Série: The Killing – 3ª temporada | 2013

Mais breve, sem fazer feio

Esse fim de semana fiz maratona da 3ª temporada de The Killing, já que em Agosto estreia a 4ª e última temporada da série (como brevemente explicado aqui). Para falar a verdade, eu já tinha assistido a uns 2 ou 3 episódios da temporada, e estava muito desanimada – provavelmente por saber que era uma nova história e apenas os personagens dos investigadores Sarah Linden e Stephen Holder continuariam. E, vou te falar, apesar de todos os problemas das duas primeiras temporadas em relação à decepção do público, promessas da emissora, aparentes enrolações, achei uma história muito boa de se ver, um suspense que, como acontece normalmente, nos deixa descobrir várias coisas antes do que “deveríamos” mas, ainda assim, muito boa. E com um final surpreendente.

Com esse sentimento de amorzinho pela história envolvendo o assassinato de Rosie Larson e todos os segredos políticos e familiares que envolveram sua morte, estranhei (e foi uma rejeição bem séria, parando para considerar que eu JÁ sabia que a história iria mudar) essa nova leva de personagens e o pulo no tempo de 1 ano desde os acontecimentos da temporada anterior.Sarah Linden começa a temporada fora da polícia, mas rapidinho é reintegrada quando precisa tentar provar que Ray Seward (o maravilhoso Peter Sarsgaard), considerado culpado por matar sua mulher (em uma antiga investigação de Linden), não a matou de fato – quem a teria matado seria o mesmo assassino que agora estaria matando diversas garotas problemáticas que vivem nas ruas de Seattle.

Sem mais delongas na história ou sequer o pensamento de spoilers, o que tenho para dizer é apenas que: a terceira temporada de The Killing conseguiu ser tão boa quanto as anteriores – mesmo com essa preguiça emocional que tomou conta de mim nos primeiros episódios. A narrativa da série é lenta mas, com o passar dos episódios, a trama se intensifica a tal ponto que não dá para simplesmente não continuar assistindo – imagino a brabeira que foi pro pessoal que tava lá, acompanhando pela TV, semanalmente – cruzes!

Foi bom, foi bonito, bateu tristezinha em determinados momentos, o final foi ótimo e é sempre divertido ver a malemolência gueto style do Stephen Holder (Joel Kinnaman, o Robocop). E a surpresa foi a personagem Bullet, interpretada por Bex Taylor-Klaus, que eu já tinha visto em House of Lies. Ela é a graça da temporada, com certeza é uma pirralhona que samba na cara de muito ator coroa de tão boa atriz! Além do mais, essa série, definitivamente, tornou Seatlle muito mais interessante para mim!

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